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quinta-feira, abril 22, 2021
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Asilo clandestino em Arujá deixava idosos “a pão e água”

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Prefeitura de Arujá interditou o estabelecimento no Parque Rodrigo Barreto

A Prefeitura de Arujá descobriu nesta quarta-feira (24) uma casa que funcionava em condições precárias como asilo clandestino na rua 48, no Parque Rodrigo Barreto. Após o recebimento da denúncia, o prefeito Luis Camargo (PSD), programou uma força-tarefa envolvendo equipes das Secretarias Municipais de Saúde, da Assistência Social e da Guarda Civil Municipal (GCM), além da Vigilância Sanitária, para que comparecessem ao local e verificassem o teor da informação.

Quando os agentes municipais chegaram ao endereço, que é uma residência cuja fachada possui um portão todo fechado, que não permite visualização ao interior do imóvel, encontrou oito homens na faixa dos 55 a 70 anos, todos aparentemente com necessidades especiais ou problemas psiquiátricos, em condições deploráveis.

“Em plena pandemia, localizamos, graças a uma denúncia, idosos vulneráveis que estavam em uma situação bastante precária. Enfim, uma situação que muito nos entristece e que não permitiremos que ocorra na nossa cidade de jeito nenhum”, lamentou o prefeito.

O secretário municipal de Saúde, Márcio Knoller, também esteve no local e disse que não havia nem comida, quando a equipe da Prefeitura chegou até o asilo ilegal. “Para se ter uma ideia, só tinha duas garrafas d’água no lugar e alguns pães duros. O estado do banheiro, sem assento na privada, e dos quartos, sem nenhum conforto ou higiene, demonstrava o jeito que eles estavam sendo tratados”, descreveu.

Duas mulheres, que estavam no local, foram levadas para a delegacia para serem ouvidas e, segundo o apurado inicialmente pela Secretaria, o asilo clandestino funcionava há, aproximadamente, cinco anos. A Prefeitura irá alocar, a princípio, os internos no Centro do Idoso, e a Secretaria Municipal de Saúde destinou um médico para examinar os idosos.

“Posteriormente, vamos providenciar a vacinação dos que podem ser vacinados e tentaremos contatar os familiares”, concluiu Knoller.

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