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Dalvana Penha toma posse como vereadora durante sessão da Câmara de Arujá

Ana do Esporte, Dalvana Penha e Professora Cris

Foto: Imprensa/CMA

Primeira suplente do Republicanos assume a vaga de Pastor Samoel Maia, que ficará afastado por 30 dias

A Câmara Municipal de Arujá retomou as sessões ordinárias nesta segunda-feira (3) com a posse de Dalvana Aparecida da Silva Penha (Republicanos). Primeira suplente da legenda, ela assumiu temporariamente a cadeira do vereador Pastor Samoel Maia, licenciado por 30 dias.

Com a chegada da parlamentar, a bancada feminina do Legislativo passa a contar também com as vereadoras Professora Cris (PSD) e Ana do Esporte (PSD).

A cerimônia foi acompanhada por familiares, amigos e apoiadores, que lotaram as galerias do Plenário Vereador João Godoy.

Durante a sessão, foi lido o documento encaminhado pelo vereador Pastor Samoel Maia à Presidência da Câmara. No texto, o parlamentar informou que permanecerá afastado entre os dias 1º e 31 de agosto, por motivos particulares.

Trajetória

Dalvana Penha nasceu em Santa Isabel, em 29 de setembro de 1985, e mudou-se para Arujá ainda na infância. Ela é formada em Administração pela Universidade Cruzeiro do Sul e atuava na Secretaria Municipal de Turismo antes de assumir o cargo.

A vereadora disputou a primeira eleição pelo Republicanos e recebeu 335 votos, tornando-se a primeira suplente do partido.

Homenagem e projetos aprovados

Os vereadores também aprovaram uma moção de aplausos à Marraf Corretora de Seguros e ao empresário Paulo Dionisio Silva. A homenagem foi proposta pelo vereador Reynaldinho (PSD).

Durante a sessão, os parlamentares aprovaram, em segunda discussão, o Projeto de Lei nº 119/2026, de autoria do vereador Caio Mãos Solidárias (União Brasil), que reconhece a Paróquia Senhor Bom Jesus como patrimônio cultural e histórico de Arujá.

Também foram aprovados os projetos de lei nº 146/2026 e nº 147/2026, ambos apresentados por Reynaldinho. As propostas incluem o Festival Gastronômico Caipira no Calendário Oficial de Eventos do município e reconhecem a viola caipira como patrimônio cultural imaterial da cidade. Os textos seguem para análise do Poder Executivo.

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