Caso é investigado pela Delegacia de Arujá
Na noite de sábado (21), a Polícia Militar foi acionada para atender a uma ocorrência de disparos de arma de fogo na Rua São Paulo, em Arujá, após o veículo Ford Fusion, cor preta, ter sido alvejado em diversas partes. Felizmente, nenhum dos três ocupantes do veículo foi atingido.
De acordo com o relato das vítimas, o veículo foi atingido por tiros enquanto transitava nas proximidades da Rua São Paulo com a Rua Salvador. Os ocupantes do carro se dirigiram à base da Polícia Militar para relatar o ocorrido, fornecendo detalhes do atirador e do veículo utilizado pelo suspeito, um VW Voyage branco.
As equipes policiais se deslocaram rapidamente até o local indicado e localizaram um veículo com as mesmas características, estacionado em frente a uma residência na Rua Salvador. Minutos depois, o proprietário do veículo, um guarda civil de Osasco, saiu da residência. Durante a abordagem, ele admitiu ter efetuado os disparos, mas afirmou ter agido em legítima defesa, alegando que as vítimas do Ford Fusion tentaram roubá-lo.
O guarda relatou à polícia que, ao ser ameaçado por um dos ocupantes do veículo, que teria anunciado o roubo e exigido seu celular sob a mira de uma arma, ele se abrigou e disparou com sua pistola Taurus calibre .45, que estava carregada com cinco munições intactas no momento da apreensão. No entanto, durante a abordagem, os policiais notaram que o homem apresentava sinais de embriaguez, como fala alterada e odor etílico.
A arma utilizada foi apreendida e levada para a Delegacia de Polícia de Arujá, onde o delegado de plantão solicitou a perícia do veículo atingido e registrou a ocorrência como disparo de arma de fogo. Todas as partes envolvidas foram ouvidas, incluindo o companheiro de uma das vítimas, que testemunhou o incidente. A advogada do guarda acompanhou o procedimento.
As investigações seguem para apurar as circunstâncias e confirmar as alegações de legítima defesa feitas pelo guarda.

