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Doria desiste de disputar a Presidência da República

Foto: Reprodução/Facebook/Doria

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Ex-governador de São Paulo deve deixar a política, após ser preterido pelo próprio partido

Em pronunciamento nesta segunda-feira (23), o ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou a desistência de disputar a Presidência da República. Ele celebrou as conquistas que teve à frente da Prefeitura paulistana e do Estado, lamentou a falta de apoio entre os tucanos e indicou que deve deixar a política.

A decisão de Doria ocorre um dia antes da reunião da cúpula tucana com o MDB e o Cidadania para ratificar apoio à pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB) à Presidência.

“Me retiro da disputa com o coração ferido, mas com a alma leve, com a sensação de dever cumprido e missão bem realizada”, afirmou Doria.

Filho do ex-deputado federal João Doria, que foi perseguido pela ditadura militar em 1964, o empresário entrou na política em 2015, com apoio do então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ele ganhou as prévias do PSDB para a Prefeitura de São Paulo e derrotou o então prefeito Fernando Haddad (PT) ainda no primeiro turno, em 2016.

Em 2018, Doria deixou a Prefeitura para disputar o Governo do Estado, mas rompeu politicamente com Alckmin. Ele venceu o segundo turno com Márcio França (PSB) e pediu voto a favor de Jair Bolsonaro a presidente.

Após eleito, Doria fez uma gestão de austeridade fiscal, o que garantiu R$ 50 bilhões em investimentos públicos. Durante a pandemia, ele rivalizou com Bolsonaro e se tornou alvo da extrema-direita.

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