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Escolas de Grupo Especial contagiam público, mas enfrentam problemas técnicos

Foto: Paulo Lopes/Liga-SP

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Sambódromo vai receber mais sete desfiles na madrugada de sábado para domingo

Após dois anos, os foliões paulistas puderam acompanhar os desfiles do Grupo Especial da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, no Sambódromo do Anhembi, entre a noite de sexta-feira (22) e a madrugada de sábado (23). O público se divertiu com o espetáculo, mas três escolas apresentaram problemas técnicos.

A Acadêmicos do Tucuruvi celebrou o samba como resistência. Colorado falou sobre a escritora Carolina Maria de Jesus. A Mancha Verde entrou na avenida com sete minutos de atraso, por causa de um problema no carro abre-alas. A Tom Maior se baseou no livro “O Pequeno Príncipe”, de Antoine Saint-Exupéry, mas o vazamento de óleo pela escola atrasou o desfile seguinte em uma hora.

A Unidos de Vila Maria também teve problemas no carro abre-alas. A Acadêmicos do Tatuapé falou sobre a importância do café no Brasil. Já a Dragões da Real encerrou o primeiro dia de desfiles com homenagem ao cantor e compositor Adoniran Barbosa (1912-1982).

Entre a noite de hoje (23) e a madrugada de domingo (24), mais sete escolas completam os desfiles. A expectativa é que os quatro dias de desfiles, que incluem as divisões de acesso do Carnaval paulistano, devem atrair 110 mil espectadores e 30 mil componentes das escolas.

A primeira escola a desfilar na noite de hoje é a Vai-Vai, que sai às 22h30; seguida pela Gaviões da Fiel, às 23h35; Mocidade Alegre, à 0h40; Águia de Ouro, à 1h45; Barroca Zona Sul, às 2h50; Rosas de Ouro, às 3h55; e Império de Casa Verde, às 5h.

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