Mães de deficientes pedem a vereadores de Arujá melhor atendimento na cidade

Reunião pais de deficientes com vereadores de Arujá
Foto: Wellington Alves

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Prefeitura terá Secretaria da Mulher, Pessoas com Deficiência e Igualdade Racial a partir de 2025

Um grupo de mães arujaenses de crianças com deficiência protestou na Câmara Municipal, na noite de segunda-feira (5), por melhores condições de atendimento aos seus filhos na cidade. Após três sessões, os vereadores fizeram uma reunião em que receberam duras cobranças, mas se comprometeram a levar as demandas para a Secretaria Municipal de Saúde e à Secretaria da Mulher, Pessoas com Deficiência e Igualdade Racial, que será criada em 2025.

Algumas mães reclamaram que há muitos serviços voltados para os autistas, em detrimentos a outras pessoas com deficiência, como cadeirantes, pessoas com síndrome de down, hidrocefalia e deficiência mental.

O grupo solicitou a vinda de uma Farmácia de Alto Custo para Arujá – o atendimento é fornecido pelo Governo do Estado de São Paulo, possibilidade de terapia aquática para os filhos, capacitação dos serviços municipais e fornecimento de veículos para locomoção em atendimentos em outras cidades.

A líder do Governo na Câmara Municipal, Cris do Barreto (PSD), solicitou para as mães protocolarem uma lista com as demandas na Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Ela disse que irá agendar uma reunião com a Secretaria Municipal de Saúde. Além disso, ressaltou o compromisso da gestão do prefeito Luis Camargo (PSD) com as pautas PCD ao criar a Secretaria da Mulher, Pessoas com Deficiência e Igualdade Racial, que irá começar a funcionar em 2025.

“Até há pouco tempo não tínhamos leis para os PCDs no município. As coisas estão se construindo. A Prefeitura terá uma secretaria para tratar os problemas da questão PCD”, afirmou.

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