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Procuradoria da Mulher de Arujá apresenta demandas ao Estado durante reunião do Condemat+

Reunião da Câmara Técnica das Mulheres do Condemat

Foto: Divulgação

Município defendeu implantação da Casa da Mulher Paulista, criação de centro para mães atípicas e fortalecimento da rede de proteção às mulheres

A Procuradoria Especial da Mulher de Arujá participou, nesta terça-feira (29), da reunião da Câmara Técnica de Políticas Públicas para Mulheres do Condemat+, realizada em Biritiba Mirim. O encontro contou com a presença da secretária de Políticas para a Mulher do Estado de São Paulo, Adriana Liporoni.

Representando a Câmara Municipal e a Procuradoria da Mulher, a presidente do Legislativo, Professora Cris (PSD), apresentou demandas do município voltadas ao fortalecimento das políticas públicas para as mulheres. Entre os principais pedidos encaminhados ao Governo do Estado estão a implantação de uma Casa da Mulher Paulista em Arujá e a criação de um Centro de Apoio às Mães Atípicas.

Segundo a vereadora, há necessidade de ampliar a estrutura de acolhimento para mulheres em situação de vulnerabilidade.

“Há poucas vagas disponíveis para as mulheres em situação de vulnerabilidade em Arujá. A implantação da Casa da Mulher Paulista em nossa região é fundamental para garantir a proteção e o direito destas mulheres”, afirmou.

A parlamentar também defendeu a criação de um espaço voltado ao atendimento das mães atípicas.

“Hoje temos muitas crianças atípicas e se fala muito das crianças atípicas, mas se esquecem das mães. Elas precisam de cuidado, acolhimento e suporte”, disse.

Fortalecimento da rede de proteção

Durante a reunião, a Procuradoria da Mulher também solicitou apoio institucional e financeiro do Governo do Estado para ampliar a atuação das Procuradorias da Mulher nos Legislativos municipais e fortalecer a rede de proteção às mulheres.

Segundo a Professora Cris, esses órgãos desempenham papel importante na defesa dos direitos das mulheres, no acompanhamento das políticas públicas e na articulação de ações de enfrentamento à violência.

“As Procuradorias da Mulher têm se consolidado como importantes instrumentos institucionais de defesa dos direitos das mulheres, promoção da cidadania, fiscalização das políticas públicas e articulação da rede de enfrentamento à violência. Mas o apoio do Estado é fundamental para avançarmos em campanhas, projetos e capacitações”, destacou.

De acordo com a Câmara Municipal, as demandas foram recebidas pela secretária estadual e serão analisadas pelo Governo de São Paulo. Novas reuniões deverão ocorrer para discutir a viabilidade das propostas voltadas aos municípios do Alto Tietê.

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