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domingo, fevereiro 28, 2021
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Remédios das UBSs de Arujá eram utilizados para produzir cocaína

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Polícia aponta que traficantes comandavam contratos públicos em Arujá

Escândalo. Assim pode ser definida a conclusão da Polícia Civil de Guarulhos sobre os procedimentos da organização criminosa investigada por gerir contratos da Saúde e da coleta de lixo em Arujá desde 2018.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, relatório do 4º Distrito Policial de Guarulhos revela que o traficante Anderson Lacerda Pereira, conhecido como Gordo, do PCC (Primeiro Comando da Capital), mandava as organizações sociais comprarem remédios perto do vencimento, a preços baixos, para serem descartados propositalmente.

Os medicamentos seriam transportados como lixo comum, em caminhões de lixo, mas direcionados para a produção de cocaína comprada do Peru e da Bolívia, que seria distribuída em todo o Estado. Segundo a polícia, apenas 20% da cocaína vendida era, de fato, cocaína. Os demais ingredientes eram medicamentos vencidos.

Isso significa que os arujaenses que não conseguiram medicamentos nos postos de saúde, desde 2018, podem ter sido prejudicados pelos remédios serem desviados para o tráfico de drogas.

A polícia aponta ainda que os contratos da saúde eram superfaturados em 50% dos valores. A Câmara Municipal instaurou Comissão Processante, que pode culminar com o impeachment do prefeito de Arujá, José Luiz Monteiro (MDB), e do vice, Márcio Oliveira (Republicanos), que chegou a ser preso no mês passado. Os dois negam envolvimento com irregularidades.

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