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Arujá terá acesso a sistema de satélites para combater desastres naturais

Reunião do Condemat
Foto: Condemat

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Plataforma indica também ocupações irregulares e desmatamentos

A fiscalização das cidades do Condemat (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê), o que inclui Arujá, passam a ter acesso ao SMAS (Sistema de Monitoramento de Alertas por Satélites) do IGC (Instituto Geográfico e Cartográfico) de São Paulo. Isso vai possibilitar que a gestão do prefeito Luis Camargo (PSD) acompanhe áreas de risco, possíveis ocupações e construções irregulares, assim como alterações em regiões de mata.

A área do Condemat escolhida para ser a primeira do Estado a receber a apresentação da ferramenta, que deve começar a operar ainda neste primeiro semestre. A reunião foi promovida nesta sexta-feira (1), na sede da Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Mogi das Cruzes.

O SMAS fornece alertas mensais que são feitos a partir da detecção por imagens diárias de mais de 180 satélites, além de mosaicos trimestrais, que apontam para as mudanças identificadas no período. A plataforma identifica quatro tipos de cenários em áreas urbanas e rurais: edificações novas ou suprimidas; supressão de vegetação – desmatamento ou corte raso; abertura de vias; e movimentação de terra, solo exposto – limpeza de terreno.

De outubro a fevereiro, os 14 municípios do consórcio contabilizaram 544 alertas para uma área total de 280,77 hectares.

O objetivo da ferramenta é fornecer às cidades subsídios para que as equipes de diversos órgãos, seja de fiscalização, habitação ou da Defesa Civil, atuem de maneira mais efetiva e possam prevenir desastres.

Os servidores das cidades consorciadas passarão por treinamento no fim do mês para conhecer as funcionalidades e as aplicações do sistema. Nesse primeiro momento, a cada mês as administrações municipais receberão um compilado com os alertas gerados com a localização, tipo de cenário, período em que ocorreu entre outros dados. Para os próximos meses a previsão é que as informações sejam inseridas na plataforma de Infraestrutura de Dados Espaciais para o Estado de São Paulo.

O assessor especial de planejamento da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Estado, Eduardo Trani, reforçou que a parceria entre o governo estadual e os municípios é fundamental para aperfeiçoar o sistema.

“Elegemos o Alto Tietê para iniciar a apresentação de um trabalho pioneiro do Governo do Estado, que é a disponibilização de imagens de satélite sobre alertas de uso do solo. É um trabalho fantástico que vai permitir em parceria com os municípios que a gente atinja objetivos comuns, que é termos uma região cada vez mais saudável e forte”, afirmou.

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