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Bolsonaro diz que não há pressa para vacinar crianças: “não tá (sic) havendo morte”

Foto: Alan Santos/PR

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Mais de 300 crianças de 5 a 11 anos morreram por covid-19 no Brasil

Apesar da autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitário) para a aplicação da vacina da Pfizer contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), não vê urgência no tema. O Governo Federal segue sem previsão de negociar a chegada dos imunizantes específicos para o público infantil com a farmacêutica.

No Palácio do Planalto, em Brasília, nesta sexta-feira (24), Bolsonaro repetiu aos jornalistas discurso proferido pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. “Não (sic) tá havendo morte de criança que justifique algo emergencial”, disse, conforme publicação da Folha de S. Paulo.

Desde o início da pandemia até 6 de dezembro, 301 crianças de 5 a 11 anos morreram após terem sido infectados pelo coronavírus no país, de acordo com o Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe).

O Ministério da Saúde abriu consulta pública para definir se haverá vacinação das crianças em 2022. A situação é diferente de vários países do mundo que já imunizam o público infantil, como Estados Unidos, China e Chile.

Bolsonaro defendeu ainda que seja exigida prescrição médica para vacinar as crianças contra a covid-19. Especialistas consideram que a medida vai prejudicar as famílias pobres, que possuem dificuldade de conseguir agendar consultas em hospitais públicos.

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