Música Barreiras Invisíveis ganhou destaque na votação popular
Alunos da Escola Estadual Dr. Washington Luiz Pereira de Souza, no Centro de Arujá, ficaram na segunda posição na votação popular da 6ª edição do Concurso Vozes pela Igualdade de Gênero, com a música Barreiras Invisíveis. O projeto, coordenado pela professora Ana Cláudia Gomes Serrano, teve a participação dos estudantes Ana Maria Machado, João Pedro Araújo, Lucca Caraça e Yasmin Ozaka.
Na votação popular, Invisibilidade, da Escola Joaquim Gonçalves de Oliveira, em Cruzália, foi a vencedora. A terceira posição foi de Quebrando Barreiras, da Escola Genaro Domarco, em Mirassol. A música campeã foi Artigo 88, de autoria do aluno Kallyl Santana da Silva, sob a orientação da professora Jacqueline Chaves Chakrian, da Escola Vila Tupi, em Praia Grande.
O objetivo do projeto em 2023, uma parceria do Ministério Público de São Paulo e da Secretaria de Estado da Educação, era engajar pessoas no enfrentamento ao capacitismo, na busca por uma sociedade mais justa, diversa e solidária, livre de preconceitos e de discriminações. O júri técnico – formado pelos artistas com deficiência Amanda Mittz, cantora e compositora; Carol Pacheco, produtora musical; Marina Abib, bailarina; Leo Castilho, arte-educador e Paula Ferrari, atleta de dança em cadeiras de rodas – anunciou a vencedora no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, nesta quarta-feira (13).
Impactado pelo nível das composições, o júri decidiu também premiar a canção Espectro, defendida pelos alunos da Escola Professor Doutro Oscar de Moura Lacerda (Ribeirão Preto) Davy Eloi Rodrigues, Kelvin Deivid de Oliveira, Matheus Pereira da Silva, Sabrina Souza Silva e José Fernando da Silva, este último com espectro autista. A intepretação de José emocionou a plateia, formada por membros da Promotoria, educadores e estudantes de várias partes do Estado.

