13.6 C
Nova Iorque
sexta-feira, setembro 25, 2020
Error: Embedded data could not be displayed.
Início Mundo Molécula rara em Vênus pode sinalizar presença de vida extraterrestre
- PUBLICIDADE - Error: Embedded data could not be displayed.

Molécula rara em Vênus pode sinalizar presença de vida extraterrestre

- PUBLICIDADE -

Concentração de molécula pode ser resultado de atividade orgânica

Um grupo internacional de astrônomos anunciou nesta segunda-feira (14) a presença da fosfina na atmosfera venusiana. O estudo foi publicado na revista Nature Astronomy – periódico britânico científico especializado em artigos científicos.

De acordo com a pesquisa, na Terra, a fosfina – ou hidreto de fósforo (PH3) – só pode ser encontrada decorrente de dois processos: ou pela fabricação de forma industrial ou pela ação de micróbios que se desenvolvem em ambientes sem oxigênio – chamados anaeróbicos.

Utilizando telescópios avançados, a equipe formada por astrônomos do Reino Unido, Estados Unidos e Japão pôde confirmar a presença da molécula em Vênus. A primeira detecção ocorreu pelo Telescópio James Clerk Maxwell (JCMT), operado pelo Observatório do Leste Asiático no Havaí.

“Quando descobrimos os primeiros indícios de fosfina no espectro de Vênus, ficamos em choque!”, declarou a líder da equipe internacional Jane Greaves, da Universidade de Cardiff, no Reino Unido. Para confirmação do achado, foram usadas 45 antenas do Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) – instalação astronômica no Chile, do qual o ESO – Observatório Europeu do Sul – é parceiro.

O telescópio, considerado muito mais sensível, localizou pequenas concentrações da fosfina na atmosfera de Vênus, cerca de 20 moléculas em cada bilhão. Com base em cálculos, descartou-se que a quantidade observada seria decorrente de processos não biológicos naturais no planeta, como a luz solar, ou a ação de vulcões e relâmpagos, por exemplo. No caso destas fontes, seriam criados, no máximo, dez milésimos da quantidade de fosfina identificada no planeta.

Já que, segundo a análise, não seriam estes processos responsáveis por criar a quantidade de fosfina liberada, os cientistas passaram a considerar, então, a possibilidade que um tipo de organismo possa ser fonte deste biomarcador.

A equipe destaca que na Terra, as bactérias expelem a fosfina ao retirar o fosfato de minerais ou de material biológico, acrescentando hidrogênio. Mas, qualquer organismo no planeta vizinho, ressalta o estudo, “provavelmente será muito diferente dos primos terrestres.”

(Com informações da Agência Brasil)

Error: Embedded data could not be displayed.
- PUBLICIDADE - Error: Embedded data could not be displayed.

Mais lidas

Venda de gás de cozinha, acima de R$ 70, está irregular e deve ser denunciada

Consumidor deve denunciar locais que vendam gás de cozinha com preço abusivo. O Procon de São Paulo orienta os...

Posto de gasolina de Arujá é investigado por maior fraude em operação estadual

Operação Olhos de Lince, do Ipem, multou 63 postos de gasolina no Estado O Ipem (Instituto de Pesos e...

Confira os feriados e pontos facultativos em Arujá em 2020

Aniversário de Arujá e Corpus Christi caem na mesma semana. Após dois feriados seguidos, de Natal e Ano-Novo, nem...

Colapso de leitos na Grande SP deve ocasionar lockdown em Arujá

Fechamento dos comércios não essenciais está mantido até o final do mês O risco de Arujá entrar em lockdown...
- PUBLICIDADE -