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quinta-feira, 16 de julho de 2020
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Prefeitos do Alto Tietê reclamam de não poderem reabrir restaurantes e bares

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Condemat elabora ofício para ser protocolado no Governo do Estado

A direção do Condemat (Consórcio dos Municípios do Alto Tietê) vai questionar o Governo do Estado sobre a avaliação dos critérios que mantiveram a Região na fase laranja do Plano São Paulo, conforme anúncio oficial ocorrido nesta sexta-feira (26). O prefeito de Arujá, José Luiz Monteiro (MDB), não participou de reunião com os prefeitos da região.

Um ofício foi elaborado pelo Condemat com vários questionamentos, em especial com solicitação de maior clareza nos dados e na fórmula de cálculo dos critérios de classificação e será protocolado no Governo do Estado no início da próxima semana.

“É frustrante não avançar para a amarela, quando todos os nossos indicadores apontam que temos  condições para isso, a exemplo da capital. Pior que isso, o fato de bares, restaurantes e salões serem liberados em São Paulo inevitavelmente atrairá moradores das nossas cidades, o que prejudica ainda mais a economia local e aumenta o risco de transmissão da doença”, afirmou o presidente do Condemat, Adriano Leite, que é prefeito de Guararema.

Na classificação divulgada hoje pelo Governo do Estado, o critério que pesou para que a região não avançasse foi o de evolução da epidemia, mais precisamente em óbitos. Enquanto na semana passada a região teve uma variação de 0,85, na semana atual o indicador subiu para 1,38, saindo da classificação amarela para a laranja. No critério capacidade hospitalar, a região permanece amarela.

A divergência dos dados do Estado e dos municípios é um dos pontos que voltam a ser questionados pelo Condemat. Na semana de 12 a 18 de junho, a região registrou 156 óbitos, enquanto os dados estaduais eram 129. Nesta última semana (19 a 25 de junho), as cidades contabilizaram 121 mortes e o Estado 186.

Outro ponto a ser destacado é a retroalimentação dos sistemas de notificação. Muitas cidades receberam nos últimos dias a confirmação de óbitos ocorridos em maio e abril, que impactam as estatísticas atuais e contrastam com os indicadores de ocupação de leitos de UTI, que melhoraram nas últimas avaliações.

Um dos principais argumentos do Condemat, no entanto, é a taxa menor de óbitos que região tem em relação a Capital. De acordo com os próprios dados do Estado,  que contabilizam 1.233 vítimas fatais, o Alto Tietê tem 40,6 óbitos a cada 100 mil habitantes. São Paulo, que avançou para a fase amarela, tem 55,4 mortes para cada 100 mil habitantes.

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