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domingo, fevereiro 28, 2021
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30% dos moradores de Arujá não têm acesso a coleta de esgoto

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Esgoto sem tratamento pode gerar doenças, principalmente em crianças e idosos.

Cerca de 30% dos moradores de Arujá não possuem acesso a coleta e tratamento de esgoto em suas residências. É o que consta no relatório do Serviço Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis), do Ministério do Desenvolvimento Regional, com base no ano de 2017. Com isso, o esgoto gerado polui rios, terrenos e vira polo de doenças para os arujaenses.

Questionada sobre o problema, a Prefeitura de Arujá se esquivou, dizendo que o tratamento de esgoto é de responsabilidade da Sabesp. Já a empresa vinculada ao Governo do Estado de São Paulo não deu prazo para universalizar a coleta de esgoto no município. 

Para se ter uma ideia do perigo da falta de tratamento do esgoto, levantamento do Instituto Trata Brasil aponta que cada R$ 1 investido em saneamento básico gera R$ 4 de economia em saúde. Em 2013, houve quase 15 milhões de afastamentos do trabalho, em todo o Brasil, por diarreia e vômitos.

Segundo o Snis, 86.430 pessoas em Arujá têm acesso ao abastecimento de água. Porém, somente 60.695 possuem coleta e tratamento de esgoto. A cidade sofre também com o índice de 26% de perda de água na distribuição. Isso acontece, entre vários motivos, por “gatos” na rede, além de vazamentos. A conta, no entanto, fica mais cara para os arujaenses, já que o prejuízo não é assumido pela Prefeitura ou pela Sabesp.

Para a vereadora Ana Poli (PL), presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara, a universalização do tratamento de esgoto deveria ser uma prioridade. “A Prefeitura tem que tratar desse tema, nem que seja com uma parceria com a Sabesp”, diz. Ela avalia que o investimento poderia trazer ganhos no campo da saúde para toda a cidade.

Sabesp orienta moradores a buscarem solução

Diferente do levantamento do Snis, a Sabesp afirma que Arujá conta com 76% de coleta e tratamento de esgoto. Em nota, a estatal explica que “em locais que ainda não possuem sistema de esgotamento sanitário, a recomendação é que os moradores adotem soluções individuais, como fossa séptica, para a correta destinação do esgoto”.

A Sabesp afirma que vai licitar obras de implantação de de 56 km de redes coletoras e construção de três estações elevatórias de esgoto para atender vários bairros, o que vai possibilitar a ampliação do índice de coleta na cidade.

Em relação às perdas de água, a Sabesp justifica que “investe continuamente em ações para a redução do índice, como o controle ativo de vazamentos; execução dos reparos de vazamentos e trocas de ramais com rapidez e qualidade; e a melhoria da condição da infraestrutura”.

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