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“As pessoas só vão aprender quando perderem parentes”, avalia diretora da Vigilância Sanitária

Foto: Governo do Estado de São Paulo
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Com recorde de casos da covid-19, aglomerações seguem em alta

A diretora do Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo, Cristina Megid, informou que ficou assustada com o excesso de aglomerações no final de semana. Ela disse que houve muitas ofensas e resistências contra as fiscalizações do toque de restrições.

“As pessoas só vão aprender quando perderem parentes”, afirmou ela, durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, nesta segunda-feira (1º), na capital paulista.

Houve até risco de violência física contra os agentes, que tiveram suporte do Procon e da Polícia Militar. Foram autuados 286 estabelecimentos que funcionaram, irregularmente, entre 23h e 5h.

Com o avanço da pandemia no Estado e o aumento da procura por leitos de UTI, especialistas do Centro de Contingência do Coronavírus no Estado de São Paulo defendem a implantação de um lockdown em algumas regiões.

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