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sábado, outubro 31, 2020
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Auto perdão

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Empatia é a melhor forma de praticar o perdão aos outros

Perdoar é uma das atitudes mais nobres que o ser humano pode tomar em relação aos outros, já que todos nós erramos. Perdão é essencial para a manutenção das relações interpessoais. Porém, para que nós mesmos consigamos encontrar a libertação e a paz interior, também é necessário aprendermos a perdoar a nós mesmos, praticando o auto perdão.

Resolvi escrever este artigo, depois de fazer um vídeo mostrando que a empatia é a melhor forma de praticar o perdão aos outros. A falta de perdão ocupa um espaço enorme em nossos sentimentos paralisando nossa vida, baixa nossa autoestima e atrapalha todos os nossos resultados, pior ainda se quem precisa de perdão somos nós mesmos.
Precisamos desenvolver o auto perdão.

Saiba qual é a importância do auto perdão

Poucas coisas são tão nocivas como a falta de auto perdão. Afinal, quando criticamos a nós próprios de maneira incessante, corpo e mente sofrem consequências drásticas. Distúrbios biológicos e mentais são recorrentes em pessoas que se “autoflagelam” com condenações eternas por situações mal resolvidas consigo mesmo.

Por isso, é fundamental compreender a capacidade de libertação que o auto perdão proporciona ao ser humano. Nada é mais importante do que o sentimento de consciência limpa para conseguirmos seguir adiante no caminho da vida.

Conheça os sintomas que podem ser consequência da falta de auto perdão

Muitas pessoas não sabem, mas a falta de auto perdão pode causar graves consequências — que impactam diretamente no desenvolvido das capacidades humanas. O julgamento excessivo e a falta do auto perdão podem abalar negativamente tanto aspectos físicos como emocionais.

Alguns sinais são comuns, como dores de cabeça excessiva, dores musculares, cansaço diário, etc. Em alguns casos, a falta de auto perdão pode agravar doenças já existentes, como problemas digestivos (gastrite nervosa, má absorção intestinal, etc.), labirintite, distúrbios alimentares, entre outros.

No que se refere a problemas mentais e emocionais, não perdoar a si mesmo pode despertar inúmeros gatilhos emocionais para doenças psíquicas e de ordem sentimental. Além disso, o stress gerado pela falta de perdão pode agravar quadros de ansiedade, síndrome do pânico e, até mesmo, depressão.

Mas não se desespere! Esses sentimentos podem ser aliviados e revertidos com ajuda profissional e também com exercícios mentais capazes de superar sentimentos autodestrutivos.

Confira exercícios mentais para auxiliar a prática do auto perdão

Repetições ou reprogramação mental: repita a si mesmo, todos os dias: “eu estou ciente das minhas atitudes e não posso mudar meu passado. Por isso, me perdoo por tudo o que já fiz e prometo ser melhor a partir das experiências que vivi”;

Use o caderno da gratidão: escreva em um caderno quais foram seus maiores aprendizados e superações já vivenciadas até o momento. Saiba agradecer pelas coisas boas e também seja grato por ter aprendido a superar os obstáculos e decepções;

Viva o agora: aprenda a viver o hoje. Tire um momento do seu dia para avaliar e apreciar todos os acontecimentos que aconteceram e tente enxergar o lado bom de tudo o que acontece;

Peça perdão: peça perdão a si mesmo e aceite o gesto com o coração. Olhe para o espelho e repita diariamente: “eu me perdoo pelas minhas falhas cometidas conscientemente e por aquelas que fiz sem más intenções. Me perdoo pelas mágoas que causei a mim e a outras pessoas. Me perdoo pelas decisões erradas que tomei e por aquelas que deixei de tomar. Me perdoo pelas oportunidades que perdi, pelas pessoas que deixei e por aquilo que não vivi. Estou pronto para receber o novo”.

É importante ressaltar que o auto perdão deve ser uma prática diária. Por isso, repita os exercícios todos os dias, até que você sinta que está liberto das amarras do passado. Trabalhar o auto perdão é aceitar quem você é. Isso incluiu, principalmente, admitir suas qualidades, falhas, defeitos, erros e acertos.

É ter consciência de que somos seres mutáveis, suscetíveis a erros e acertos. Afinal, somos feitos de experiências. Cada decisão que tomamos na vida fez com que nós sejamos quem somos hoje. Não há escolhas ruins. Há escolhas que nos trazem alegrias e há decisões que nos trazem aprendizados. O importante é saber conviver com cada um delas.

Lembre-se que desenvolver o auto perdão não é uma tarefa fácil. Mas é possível.

Se este artigo te ajudou, deixe abaixo um comentário, me acompanhe também nos próximos artigos quinzenais.

Veja também este assunto em Vídeo.

* Priscila Brescindi é escritora, palestrante motivacional, youtuber e digital influencer.

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