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Bolsonaro exalta Pfizer e mente sobre Coronavac

Foto: Marcos Corrêa/PR
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Presidente voltou a atacar vacina produzida pelo Instituto Butantan

O presidente da República, Jair Bolsonaro, retomou os ataques contra a vacina Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan com a chancela do governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Em entrevista à SIC TV, afiliada da Record TV em Rondônia, ele disse que a vacina não possui comprovação científica.

Bolsonaro afirmou ainda, sem qualquer prova, que a validade do imunizante é de seis meses e que ele não produz anticorpos. “Assinamos um contrato agora com 200 milhões de vacinas da Pfizer, que tem mais credibilidade do que uma outra que foi distribuída há pouco tempo e continua sendo distribuída.”

A Coronavac foi desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac. A vacina é aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e é aplicada em 36 países.

Apesar de falar da credibilidade da Pfizer, Bolsonaro fez diversas críticas à empresa no ano passado. Chegou a insinuar que “se você virar um jacaré (por receber a vacina), o problema é seu”.

Na entrevista, Bolsonaro não citou a AstraZeneca, vacina que o Ministério da Saúde apostou em 2020 e financiou junto à Fundação Fiocruz. Â cada quatro pessoas que não retornaram para tomar a segunda dose da vacina em Guarulhos, três receberam a AstraZeneca. A rejeição de parte da população brasileira ao imunizante é preocupante para autoridades pública, que pedem para as pessoas não escolherem vacinas.

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