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Cerimônia põe fim aos Jogos Olímpicos, com Rebeca Andrade como porta-bandeira do Brasil

Foto: Gaspar Nóbrega/COB
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Celebração conta mais uma vez com número reduzido de participantes

A cerimônia de encerramento da Olimpíada de Tóquio (Japão), realizada na manhã (noite no horário local) deste domingo (8) na capital japonesa, pôs um ponto final ao evento de forma parecida com a celebração que iniciou o evento. Ainda em volta com medidas restritivas em relação ao novo coronavírus (covid-19), também não teve público e contou com número reduzido de atletas. Ao final, o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, disse que esta foi a Olimpíada “mais difícil da história”.

Principal nome brasileiro nas Olimpíadas de Tóquio, no Japão, a ginasta guarulhense Rebeca Andrade foi a porta-bandeira do Brasil na cerimônia de encerramento, no Estádio Olímpico de Tóquio, neste domingo (8).

Rebeca ganhou a medalha de prata no individual geral da ginástica artística feminina, além do ouro no salto. Ela ainda ficou em quinto lugar no solo ao som de “Baile de Favela”, do MC João.

Em depoimento à TV Globo, Rebeca falou da alegria de representar a delegação brasileira. “Eu estou muito feliz. Me sinto honrada. Diante de todos os atletas eu fui escolhida. É um sonho.”

Por conta da pandemia do coronavírus, o número de selecionados para a festa foi reduzido. Pelo Brasil, além de Rebeca, o boxeador Hebert Conceição, medalhista de ouro, Bira, funcionário mais antigo do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) Francisco Porath, treinador da Rebeca, a médica Ana Corte e o vice-chefe da missão brasileira em Tóquio, Sebastian Pereira.

Em Paris, uma multidão reunida em torno da Torre Eiffel fez parte, virtualmente, da passagem de bastão de Tóquio para a próxima sede dos Jogos, em 2024. Alguns atletas franceses, já retornados ao país de origem, também participaram do momento de festa.

Tradições também foram mantidas. A bandeira dos Jogos foi passada da governadora de Tóquio, Yuriko Koike, para a prefeita de Paris, Anne Hidalgo. A chama olímpica foi apagada e Thomas Bach tomou a palavra para encerrar os Jogos, que, nas palavras dele, foram os mais difíceis em mais de 120 anos de movimento olímpico.

“Desde o começo da pandemia, este foi o primeiro evento em que tantas pessoas se reuniram. Estes foram os Jogos da esperança, da solidariedade. Nós conseguimos”, disse, antes do sinal final no telão do Estádio revelar a última e simples mensagem: Arigato (obrigado em japonês).

(Com informações da Agência Brasil)

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