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Conflitos políticos e falta de coordenação prejudicaram vacinação no Brasil

Foto: Governo do Estado de São Paulo
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Pesquisa da FGV foi publicada em revista científica

Pesquisa realizada na Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP) aponta que os conflitos políticos entre presidente e governadores e a falta de definição de grupos prioritários de vacinação dificultaram a estratégia de vacinação no Brasil, assim como outras decisões tomadas durante processo de produção ou aquisição das doses. A informação é da Agência Bori.

O estudo da FGV foi publicado na revista “Social Science & Medicine”. A pesquisa avaliou que as conexões entre produção, regulação e distribuição de vacinas são decisivas para a eficácia das estratégias de vacinação contra a covid-19.

De acordo com a Agência Bori, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) foi à mercê de conflitos políticos que prejudicaram a sua reputação e causaram desconfiança sobre a segurança das vacinas.

A transferência de tecnologia é outro ponto levantado pelo estudo, já que a produção de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) depende de adaptação das plantas fabris e acordo legal.

“O caso do Brasil demonstra que capacidades estatais não são suficientes para garantir uma preparação para pandemia, sendo necessário considerar as implicações das contestações políticas ao longo da cadeia de produção, regulação e distribuição de vacinas”, pondera Elize Massard da Fonseca, uma das autoras do estudo à Agência Bori.

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