Pacientes graves de covid-19 precisam ir para as cidades vizinhas.
Em 1º de abril, o prefeito de Arujá, José Luiz Monteiro (MDB), anunciou que seriam instalados 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Pronto-Atendimento Central. A medida, que serve para combater a propagação do novo coronavírus, até agora não foi instalada.
Com 89 casos confirmados da covid-19 – e quatro mortes -, Arujá registra queda gradativa dos índices de isolamento social e crescimento de infecções pela doença.
Os arujaenses graves precisam ser transferidos para os municípios vizinhos, em especial, Guarulhos e Mogi das Cruzes. Pacientes da cidade chegaram a ficar até em hospitais de campanha instalados nesses municípios.
Em sua história, Arujá nunca tinha tido leitos públicos de UTI, com exceção, dos destinados para a Maternidade. Um hospital está previsto para ser construído em até dois anos na cidade, mas, com a pandemia, a Prefeitura teme que o Governo Federal retire os recursos previstos para a obra.
Em nota, a Prefeitura informou, nesta quinta-feira (7), após a publicação da reportagem, que instalou 10 leitos de UTI no PAM Barreto, que já estavam todos ocupados.

