Presidente da Câmara critica filas nas agências da Caixa da cidade

Foto: Imprensa/CMA

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Agências têm recebido aglomeração de pessoas por causa do coronavoucher.

O presidente do Legislativo arujaense, Gabriel dos Santos (PSD), externou sua indignação com o atendimento realizado nas agências bancárias de Arujá durante a pandemia de coronavírus.

Nesta semana, trabalhadores tiveram que esperar por horas em extensas filas para terem acesso ao auxílio emergencial de R$ 600 liberado pelo governo.

“Para começar, essas instituições não oferecem sequer álcool em gel a seus clientes. O horário reduzido também não permite um atendimento a contento e sobrecarrega os funcionários da instituição”, criticou Gabriel.

Ainda de acordo com o presidente legislativo, a Caixa Econômica, que é um banco estatal, dá um péssimo exemplo ao expor os clientes ao risco de contágio.

Nova Resolução

A Prefeitura de Arujá, por meio do Comitê Administrativo Extraordinário Covid-19, publicou em 24 de abril uma resolução que estabelece medidas ao funcionamento de agências bancárias, lotéricas e outras atividades congêneres. O objetivo é intensificar o controle de acesso aos estabelecimentos para reduzir os riscos de propagação do novo coronavírus.

Conforme o documento, as agências bancárias, as lotéricas e as demais instituições que executam atividades similares na cidade ficam obrigadas a controlar o número de pessoas no interior dos prédios, devendo a distância ser de 1,5 metro entre os moradores. Além disso, tais serviços precisam disponibilizar colaboradores para organizar a espera, a fim de evitar aglomerações e ampliar as práticas de higienização.

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