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Sem suporte do Estado, Arujá não deve ter antecipação de feriados

Foto: Reprodução/Facebook/Camargo
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Prefeitos do Alto Tietê ficaram decepcionados com o Governo do Estado após a reunião de ontem

Após a reunião com o secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, na tarde de ontem (21), os prefeitos do Condemat (Consórcio dos Municípios do Alto Tietê) se encontraram virtualmente e desistiram de promover uma antecipação de feriados para conter a propagação do coronavírus e elevar os índices de isolamento social.

Sem o suporte do Estado, o entendimento é que a antecipação dos feriados ou até um lockdown no Alto Tietê não seria uma medida efetiva.

O prefeito de Arujá, Luis Camargo (PSD), reclamou do Estado nas redes sociais nas redes sociais. “Cobrei posicionamento urgente do secretário Marco Vinholi sobre o Arujá. Precisamos de recursos urgentes, pois não Arujá não recebeu nem mesmo R$ 1,00 esse ano para a covid, sendo impossível mantermos todas internações com recursos próprios”, disse.

O Condemat cobrou do Estado medidas mais efetivas para reduzir a circulação de pessoas, como restrições ao transporte público. Contudo, a gestão João Doria (PSDB) não se posicionou se pretende implantar um lockdown ou como seria o apoio aos municípios que antecipassem feriados.

Os prefeitos estão insatisfeitos com o Estado, pois reclamam que a Polícia Militar não realiza um trabalho efetivo para conter aglomerações ou para que o Plano São Paulo seja respeitado. Eles são unânimes no pedido de mais recursos, do Estado e da União, para bancar leitos de UTI, além da necessidade de agilizar a vacinação.

Por enquanto, apenas a capital paulista terá um feriado prolongado de 10 dias a partir da próxima sexta-feira (26).

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